EFEITO DO OSSO BOVINO (LUMINA-BONE®) NO REPARO DE CAVIDADES ÓSSEAS EM RATOS WISTAR

Eduardo Moreschi: Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Universidade Sagrado Coração e Mestre em Farmacologia pela Universidade Estadual de Maringá. 

Michel Zini: Mestre em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.

Maiara Colonetti: Graduada em odontologia pelo Centro Universitário

Ana Regina Casaroto: Mestre em farmacologia pela Universidade Estadual de Maringá.

Newton Kamei: Doutor e especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacia pela PUC-RS

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Resumo

O reparo de perdas ósseas severas continua sendo um desafio constante aos profissionais da Cirurgia Bucomaxilofacial e Implantodontia. Os métodos tradicionais de tratamento utilizam o enxerto ósseo autógeno pela sua propriedade osteogênica e facilidade de incorporação em relação aos enxertos homógenos e xenógenos. No entanto, a indicação e o uso desse material é limitada. Alternativamente, o xenoenxerto acelular e desproteinizado de origem bovina, adequadamente processado e apresentando-se biocompatível e osteocondutor, ocupa um papel de destaque no auxílio ao reparo ósseo. Foram utilizados 24 ratos Wistar, machos e distribuídos aleatoriamente em 2 grupos com 12 animais. Defeitos ósseos foram produzidos na calvária dos animais com uma broca trefina de 10mm e preenchidas as cavidades com osso autógeno (controle positivo) e osso bovino inorgânico liofilizado (grupo experimental). Então os animais foram novamente anestesiados com Coopazine e Ketamina, sendo então sacrificados nos períodos pósoperatórios de 15, 30 e 45 dias. Os defeitos foram removidos para estudo histopatológico. O osso bovino não apresentou atividade osteoindutora, e sim osteocondutora. Mostrou-se favorável ao processo de neoformação óssea, porém o osso autógeno apresentou uma neoformação óssea mais evidente quando comparado ao osso bovino, com possível característica de osteoindução e osteogênese.

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